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AMEAÇAS À ORGANIZAÇÃO SINDICAL DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS É TEMA DE SEMINÁRIO EM CURITIBA

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O secretário Geral da UGT-União Geral dos Trabalhadores, Canindé Pegado, esteve em Curitiba, na sexta-feira (5/10) participando do seminário: “Ameaças à Organização Sindical dos Profissionais Liberais”. O encontro foi promovido pela CNPL – Confederação Nacional das Profissões Liberais e reuniu dezenas de lideranças sindicais de profissões liberais de vários estados brasileiros. Em pauta estava a nova tabela de categorias profissionais elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Além da UGT participaram como palestrantes dirigentes de outras centrais sindicais, diretores da CNPL e ex-integrantes do Ministério do Trabalho e Emprego.

Ao falar para os sindicalistas, Canindé Pegado lembrou que a UGT vem discutindo com os sindicatos, federações e confederações filiadas à central uma fórmula alternativa à tabela apresentada pelo MTE. Ele destacou que da forma como foi apresentada pelo Ministério, essa nova tabela chega a ser uma provocação ao movimento sindical. “Se implantada como esta, essa nova tabela vai desestruturar as categorias liberais organizadas, enquadrando-as em outras organizações sindicais”, lembrou Pegado.

O secretário Geral da UGT lembrou que ao promover um amplo debate com as bases sindicais liberais a central se coloca na vanguarda de importantes decisões para o movimento sindical. “Foram vários encontros com lideranças sindicais e já estruturamos uma tabela alternativa mas, continuamos abertos a todos os dirigentes sindicais para debatermos e melhorarmos ainda mais essa proposta que é dos trabalhadores, das bases” disse Canindé.

A divulgação dessa tabela do Ministério do Trabalho e Emprego vem num momento inadequado, sem a participação dos reais interessados no tema,  lembrou o presidente do SINTEC-Sindicato dos Técnicos Industriais do Paraná (filiado à UGT) Solomar Rockembach, que também é secretário Nacional da UGT para as profissões liberais. “Precisamos atualizar sim a tabela das categorias profissionais, mas isso obrigatoriamente tem de passar por uma ampla discussão federativa e confederativa para que possamos criar um quadro moderno das atividades profissionais no Brasil, incluindo algumas categorias e até mesmo excluindo outras”, disse Rockembach.

O presidente da CNPL, Francisco Antonio Feijó destacou que no país são mais de 15 milhões de profissionais liberais, e que precisam obrigatoriamente serem ouvidos por meio de suas entidades representativas de classe.

Fonte: UGT Paraná