Federação Nacional dos Corretores de Imóveis

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GOVERNO E EMPRESÁRIOS ESTUDAM NOVAS TABELAS E
FAIXAS DE ATENDIMENTO PARA O MINHA CASA MINHA VIDA

Em entrevista ao jornal “O Estado de S.Paulo”, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, afirmou que empresários do setor de construção civil, representantes do governo e de bancos públicos estão estudando uma nova tabela de preços para os imóveis do programa Minha Casa Minha Vida.

Atualmente, os valores para contratação dos imóveis do programa são divididos em cinco faixas. Nas cidades com até 50 mil habitantes, por exemplo, o preço máximo da unidade é de R$ 90 mil. No outro extremo, o limite de valor dos empreendimentos para contratação é de R$ 190 mil nos municípios integrantes das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Segundo o presidente da CBIC, novos segmentos podem ser criados de acordo com número de habitantes ou até com a introdução de novos conceitos.

"Hoje, cidades com 51 mil habitantes têm o mesmo valor máximo (de imóveis) que cidades com 250 mil habitantes, mas elas são totalmente diferentes. É preciso discutir essa estrutura", afirmou o executivo.

Na quinta-feira passada (16/7), o Ministério das Cidades informou que o reajuste de preços ficará em cerca de 10% em todas as faixas de renda dos compradores e para todas as regiões. Entretanto, já como o último reajuste no teto de preços ocorreu em 2012, representantes do setor argumentam que essa porcentagem pode ser insuficiente.

Segundo o que foi anunciado no telejornal “Bom Dia, Brasil” desta terça-feira (21/7), haverá uma nova faixa para atender as famílias mais pobres. Hoje, a primeira faixa de renda, que tem 90% do imóvel bancado pelo governo, é para quem ganha até R$ 1,6 mil. A ideia é que esse teto baixe para R$ 1,3 mil.