Federação Nacional dos Corretores de Imóveis

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FENACI MOBILIZA CORRETORES DE IMÓVEIS A
PARTICIPAR DO COMBATE AO AEDES AEGYPTI

“As notícias veiculadas por todas as mídias são alarmantes: crescem os casos de contaminação do mosquito Aedes aegypti, que além da dengue, é também o transmissor do zika vírus e da chikungunya. Por isso, temos de nos mobilizar de forma geral para combater esse mosquito. E nós, corretores de imóveis, podemos ter uma participação importante nessa luta, pois no exercício da nossa atividade profissional visitamos diariamente imóveis dos mais diversos tipos e nas mais diferentes regiões do País. É importante, portanto, ficar atento e colaborar com os órgãos públicos no sentido de identificar os criadouros do mosquito, informando os casos suspeitos à unidade de vigilância sanitária ou a secretaria municipal de saúde responsável pela área onde o provável foco foi constatado.”

A convocação é do presidente da Fenaci, Joaquim Ribeiro, que com o auxílio dos 26 sindicatos filiados à entidade, está solicitando que os corretores de imóveis de todo o Brasil se engajem nesta verdadeira guerra. Para tanto, foram criados três tipos de banners, para que os sindicatos divulguem em seus sites ou redes sociais, mostrando como se pode combater o mosquito. Há um espaço nos banners para que o sindicato coloque também o seu logotipo (ver abaixo).

As medidas de prevenção são aquelas que estamos habituados a ver nos meios de comunicação: pratos de vasos de plantas devem ser preenchidos com areia; piscinas devem ser cobertas ou tratadas com cloro; entulhos ou sobras de obras devem ser cobertos; caixas d’água devem mantidas fechadas ou cobertas com tela; latas, baldes e potes devem ser guardados de cabeça para baixo; pneus devem ser guardados em lugar coberto; plantas que acumulam água nas folhas devem ter apenas a terra regada; lonas, aquários e bacias devem ficar longe da chuva.

Mas, para o presidente da Fenaci, é muito importante que o corretor de imóveis aja contra o mosquito no seu dia a dia: “Muitas vezes no seu cotidiano, o corretor se depara com terrenos baldios e imóveis fechados ou obras em situação de abandono, prováveis focos do Aedes aegypti, devendo comunicar tais constatações às autoridades se desconhecer quem são os proprietários. No caso dos imóveis que visita para captação ou naqueles que estão aos seus cuidados para venda, deve cuidar para que tudo esteja dentro das orientações de prevenção ditadas pelos órgãos de saúde”, orienta o presidente da Fenaci.