Federação Nacional dos Corretores de Imóveis

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ANO DO CORRETOR DE IMÓVEIS COMEÇA ANTES DO
CARNAVAL, DIZ PRESIDENTE DA FENACI NO ZAP PRO

Em sua coluna mensal no Zap Pro (www.zappro.com.br), um portal especializado em informações e dicas para o corretor de imóveis, o presidente da Fenaci, Joaquim Ribeiro, afirma que a frase dita todo início de ano, de que no Brasil tudo começa só depois do carnaval, não vale para o corretor de imóveis, um profissional que tem de estar de prontidão o tempo todo.

Para o presidente da Fenaci, o corretor de imóveis não deve desanimar com as agruras da economia que tem marcado início de 2016: “Nestes momentos em que o dinheiro muda de mãos é preciso estar atento e preparado para agir. É necessário ter a sensibilidade de buscar quem está comprando. O momento é de oportunidade, inovação e criatividade”, recomenda.

Confira a íntegra da coluna:


Costuma-se dizer que no Brasil tudo começa depois do carnaval. Este não é seguramente o caso do trabalho do corretor de imóveis, que sempre tem de estar de prontidão, pois a qualquer tempo pode surgir um bom negócio. Sem contar que carnaval e férias são períodos especialmente propícios para faturar com os chamados aluguéis de temporada.

O ano começou bastante desalentador em termos econômicos. Juros ultrapassando os dois dígitos, desemprego, falta de crédito para financiamentos e os políticos metendo os pés pelas mãos e deixando uma nuvem de incertezas quanto ao futuro próximo.

O corretor de imóveis nessa hora, contudo, não deve se abater. Nestes momentos em que o dinheiro muda de mãos é preciso estar atento e preparado para agir. É necessário ter a sensibilidade de buscar quem está comprando. O momento é de oportunidade, inovação e criatividade.

Sabemos que muitos acabam ficando cabisbaixos diante de situações como a que estamos vivenciando. Nessa hora, porém, temos de ter atitudes positivas e manter o sorriso no atendimento. O sorriso é um importante diferencial, pois a primeira impressão é a que fica.  Não perca nunca o pique e ofereça, ofereça, ofereça. Mas de uma forma inteligente e criativa, tendo em mente aquele velho ditado: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.

E ouça o “não” pelo ouvido, nunca pelo cérebro, afinal não é nada pessoal.  Quando a gente ouve um não do comprador, aí é que a venda vai começar. Nos tempos de aperto, além de manter a calma, corte custos para garantir o ponto de equilíbrio e busque aumentar sua agilidade. Invista em treinamento, tecnologia e ferramentas digitais. Reúna frequentemente sua equipe para um brainstorming, buscando encontrar o melhor caminho para sair das dificuldades.  Divulgue bem o que tem para vender, usando criatividade na comunicação. Você tem de fazer acontecer e, para tanto, recicle, renove e experimente.

Não perca de vista que o sonho da casa própria está fortemente arraigado entre os brasileiros. Recente pesquisa do instituto Data Popular destacou que entre os desejos não realizados no ano passado por conta da crise estava o da moradia própria. Mas, dentre os 63% que se disseram frustrados nesse aspecto, 35% revelaram a intenção de persistir em 2016 na busca de concretizar o sonho da casa própria.